quarta-feira, maio 24, 2006

 

Metereologia 0 x 2 Calos

Realmente a Metereologia não está com nada!!!

Quantas vezes vc ficou esperando na frente da tv aquela mocinha, ou mocinho da metereologia com seus gestinhos um tanto quanto delicados, bracinhos dobrados, com uma mãozinha sobre a outra e com um movimento delicado de uma dessas mostrando aquele mapinha, que cá pra nós não faz a mínima diferença, pra saber se ia dar praia ou não naquele final de semana prolongado?

E quantas vezes anunciaram sol, calor e mta praia e vc acabou em casa por causa daquela chuva, vento e muito frio?

Pois é, eu desde criancinha( sim, eu fui criança um dia, pafu!) ouvia a minha tia dizer que quando seu calo do pé começava a doer ia chover mas nunca processava a informação, achando que ela estava de sacanagem. Passei a perceber que minha avó também falava a mesma coisa, se seu calo do pé estivesse doendo era batata, ia chover. Mas mesmo assim não levava a sério essa história de calo da chuva.

Até que nessa semana, exatamente segunda-feira, estava sentada ao lado de minha mãe degustando uma deliciosa taça de vinho quando ela de repente me surgiu com essa mesma informação: seu calo do pé estava doendo e ia chover. Olhei-a com um olhar incrédulo e fingi que não a escutei. Mas assim como uma bruxa e com uma bruxaria o tempo virou e não é que está chovendo mesmo?!

Pois é, herdei muitas coisas de minha família, mas será que também herdarei calos que avisam sobre o clima?

Então o que posso dizer para concluir é: quando quiserem saber como o tempo estará procure alguém com calos metereologicos!!!

sábado, maio 20, 2006

 

À terra do sol nascente 3 de 3 mesmo.

...terminando a historinha Japonesa...

Cheguei no aeroporto, peguei o metrô e fui para o cubiculo de papel que chamaram de apartamento. Logo percebi que tinha mandado bem em trazer meu saco de dormir, pois não caberia na cama de ocidental que o apto tinha; nem se voltasse aos meus 13 anos.

...

O tempo passou e jah tinha me acustumado com a ideia do trabalho "não-honroso", que no final das contas não era horrível. Me sintia no filme de Chaplin daqueles que assistia com Velho Nico; em especial aquele que fala sobre linha de montagem.
Pensamentos como esses ajudavam a distanciar mente e corpo. Habilidade que se mostrou muito útil num turno de 12hrs de trabalho irracional.

Nos finais de semana tentava construir uma vida social, o que não foi muito dificil. Afinal com tanta beleza e senusualidade num corpo soh isso chega a ser impossível.
Conheci várias pessoas que estavam lá pelo mesmo motivo que eu. $$. Pessoas de todas as partes do mundo, de sueco à sul-africano.


Um belo dia, por causa de um mal entendido que logo virou briga, a minha profissão na terra do sol nascente mudou. Passei de irracional para leão, de chacra.
Nada como dar umas "armadas de martelo", "queixadas", "meia lua de compasso" e terminar a surra com uma "folha seca," soh pra receber uma rodada de aplausos da platéia que jurava que o japinha com pinta de porradeiro ia matar o gigante estrangeiro, que no caso era eu. H@!

Trabalhei feliz no que então pensava ser o melhor emprego que um moleque poderia querer. Afinal, muita mulher, bebida, $$, respeito e violência; o que mais um moleque precisa pra ser feliz?

Foi trabalhando de leão que reencontrei "Tiff." Que não pode deixar de sorrir ao me ver "todo-poderoso". Fiquei muito feliz em revê-la tb, Ainda mais por que ela estava com várias amigas gatas e gostosas.

Resumindo...

Acabei pegando uma das amiguinhas de "Tiff".
Eis que com isso surgiu mais uma oportunidade de trabalho.

...

No dia seguinte, no café da manhã, fiquei sabendo que "Tiff" era atriz, pornô, e todas as suas amiguinhas, inclusive a que falava comigo, tb.
Depois do café, a amiga de Lain disse que deveria ganhar dinheiro com o meu dom.

Re-resumindo...

Virei ator pornô no Japão. Nunca pensei que ganhar $$ fosse tão prazeroso.
Quem diria...

Depois de vàrios filmes, voltei ao Rio. Feliz, cansado e com muita historia pra contar.

quarta-feira, maio 10, 2006

 

À terra do sol nascente 2 de 2 ou 3

Quando entrei no avião percebi que tinha cometido talvez o erro mais estupido de toda minha vida até então. Não sei bem se foi um erro ou só um esquecimento totalmente imbecil.
O meu acento era na classe pobre, ou como se diz "politicamente-corretamente", economica. Tive um lapso mental, esquecendo que meço 210 cm.

Com menos de 37 segundos dentro do avião percebi que aquela seria a viagem mais longa da minha vida e que além disso a mesma duraria mais de 24 horas. Cada centimetro, cada segundo, seriam totalmente proporcional a PG da minha altura X o quadrado dos sengundos (do tempo de viagem) X o cubo da minha burrice..

...

Após o choque inicial, ou seja, após os 37 segundos iniciais comecei a me ambientar... percebi que, já que o sofrimento era inevitável, poderia ao menos torna-lo o mais "agradável" possível.
logo, o seguinte brilhante pensamento me ocorreu, "Bebida. Cade o carrinho de bebida!!!???"
Antes mesmo da decolagem já havia recebido vários olhares de cahorro-sem-dono-na-chuva à minha pessoal.

A algumas milhas de altura e poucos centimetros do meu mais novo amigo, Label. Red Label...
já tinha me acostumado com a ideia de que ia chegar em Tokyo em vários pedaços e mais bêbado que alcolatra acidentalmente trancado dentro da fabrica de Wisky, eis que o impossível acontece (de novo)...

Fui convidado por intermédio de uma aeromoça, gostosinha por sinal, a comparecer a primeira classe.
Entrigado, peguei meu amigo Label e fui.
Ao chegar na ala nobre da avião, fui apresentado a uma Morena muito muito gostosíssima demais.

(Nessas horas que agradeço ao "Todo poderoso Crossing-over" por ter me feito relativamente um individuo alto, graças a minha altura, sempre olho pra baixo tornando impossível saber se estou olhando para "seus" peitos ou simplismente pra vc.)

Esta (a morena muito muito gotosíssima demais) disse que o assento ao seu lado estava vazio e gostaria de saber se eu aceitaria o convite de faze-la compania durante o voo.
Com os dois olhos no peixe e o ouvido na gata aceitei o convite e sentei-me ao lado da bela.

Incrível.

O que tinha tudo pra ser uma viagem pior que filme B japones, tornára-se uma viagem inesquecivel.

...

Ao longo da viagem, mediante a flerte de ambas as partes, conversa foi, conversa veio. Junto com ela, várias taças de vinho.
Miss Tiffany Anne Jones disse que estava indo a Tóquio a trabalho... blá blá blá...
Enquanto "Tiff" falava, tudo que conseguia ouvir era blá blá blá com alguns intervalos de lucidez.
Era pedir demais do meu cérebro. Pois quem ou o que consegue resistir a mulher bonita e vinho?
Nem E.T. (eu te digo)

Para a minha alegria, pude perceber que o mesmo acontecia com "Tiff" enquanto falava.
Após outras várias taças de vinho, já não havia mais espaço ou coordenação para flertes e nem como evitar o inevitavel.

Nos beijamos da maneira mais bela e respeitosa, (como um casal de adolescentes bêbados com tesão) que o alcool nos permitiu.
Como todo adolescente, ou simplismente todo homem do sexo masculino vivo no planeta Terra, queria, por que queria, jantar ali mesmo. Mas Tiff pedia mil desculpas, a cada pausa por oxigênio, dizendo que não podia. Infelizmente não podia. Sussurando ao meu ouvido.

...

Então depois de muito rala e rola, bastante vinho, uns beijinhos aqui, outros acolá.
Aterrissamos em Tóquio.
Na despedida Tiff me deu seu cartão e me disse que se precisasse de alguma assistência na Terra do sol nascente ou qualquer coisa do genero, que ligasse pra ela.

Ao pegar o cartão percebi que o nome impresso em tal era "Chasey Lain". Confuso olhei pra Tiff, que com um sorriso respondeu,
"Meu nome artístico. Mas peça pra falar com Tiff ou Tiffany Jones"
Sem entender, fiz que "sim" com a cabeça pequei o cartão e fui dar meus primeiros passos na terra do Saque.

sábado, maio 06, 2006

 

À Terra do sol nascente 1 de 2 ou 3.

Hj depois de ajudar um grupo de turistas japoneses perdidos pelo Rio de Janeiro, lembrei da minha ida adolescente à Terra deles... e é desta que tentarei falar o mais resumidamente possível.

...


Nunca pensei que uma aventura adolescente minha daria frutos positivos...
ainda mais, uma bizonha, à terra do sol nascente.

Tentarei resumi-la mas mesmo assim é melhor vc ir ao banheiro fazer um xixizinho antes de realmente começar a ler este post.

Modulo resumindo-pra-chegar-logo-no-recheio-da-historia
,

Vestibular; segundo semestre; greve: preguiça; esporro; "não vou sustentar vagabundo"; Japão.

Devido a um esporro categórico proveniente do senhor Antonio Carlos Henrique de Amaral da Silva Melo Correia Soares Carvalho Maria Lemos Ferreiro Sá de Alcantara, vulgo pai, fui forçado a trabalhar.

Forçado. Isso mesmo, por que desde sempre o que queria era ganhar na loteria pra fazer o que sei melhor na vida. Ficar à toa.

Então como parte de um plano infalivel, que acabou falhando, armei um esquema pra ir trabalhar no Japão. Fazendo um trabalho "não honrado" numa linha de montagem. Certo de que Dona Florência, minha mãe, ia rodar a baiana pro meu velho e me salvar desse suplício.

O que pra meu desespero não aconteceu. Ao invés disso, ela começou a planejar a segunda lua de mel quando soube dos meus planos.

Resumindo...
Eu... num avião pro Japão
Velho + Velha... não quero nem imaginar.

...

Nunca fui tão visto na minha vida.
Devido a cada um dos meus duzentos e dez centimetros de altura, desde sempre, estou acostumado a ser o centro das atenções, pelo menos instantaneamente. Mas no Japão esse meu "efeito" foi elevado à sei-lá-que-potência


A ser continuada...
(pelo bem da bexiga de todos)

segunda-feira, maio 01, 2006

 

Xepa não, reciclado.

Escrevi no meu blog pessoal e achei que o post poderia ser material Feiristico tb.

Chegue a sua conclusão. Leia "Meu tímpano agradece, pelo menos o que sobrou dele" no "coisa de velho"... que tem um link daqui mesmo na feira.


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